A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida pelo deputado Max Russi (PSB), completa nesta terça-feira (3) um ano de gestão marcado por iniciativas estruturantes nas áreas de governança, transparência, responsabilidade previdenciária, valorização dos servidores e modernização administrativa.
Entre os principais resultados do período está a garantia do primeiro aumento real em sete anos para os servidores públicos do estado, inclusive os da Assembleia Legislativa, com a aprovação da Revisão Geral Anual (RGA) acima da inflação. O índice de 5,4% rompeu a sequência de reajustes apenas compensatórios e foi fruto de articulação conduzida pela Presidência da Casa, com participação de parlamentares, lideranças sindicais e diálogo direto com o governo estadual. O acordo permitiu ampliar o percentual sem alterações no texto legal, assegurando a implantação do reajuste já na folha de pagamento de janeiro.
“Após sete anos, a Assembleia se posicionou de forma muito firme junto ao governo para garantir um índice maior, que vai beneficiar todos os servidores de Mato Grosso”, afirmou Max Russi.
Logo no início do mandato, a gestão promoveu a revisão do Regimento Interno da ALMT, ampliando a duração das sessões plenárias para assegurar mais tempo de debate e análise dos projetos em tramitação. Também foi criado o programa ALMT Fiscaliza, com o objetivo de fortalecer o papel das comissões permanentes e promover um acompanhamento mais estruturado das ações do Executivo estadual.
Ainda em 2025, a Assembleia protagonizou um marco histórico ao se tornar o primeiro poder do Estado a aderir integralmente ao novo modelo previdenciário gerido pelo MTPrev. Ao todo, foram repassados R$ 73,6 milhões, agora administrados pelo Comitê de Investimentos do MTPrev, dentro de um modelo considerado moderno, seguro e sustentável.
No ano em que o Parlamento estadual celebrou 190 anos de história, a Mesa Diretora intensificou as políticas de valorização dos servidores. Entre as ações estão a ampliação do auxílio-saúde, a reforma e ampliação do restaurante da Casa, com refeições a preços acessíveis, a criação de 37 funções gratificadas para servidores efetivos, o reposicionamento funcional dos nomeados em 2013 e a autorização de quebra de interstício vinculada à capacitação, incentivando a formação continuada.
A gestão também avançou na revisão e otimização de processos internos, com foco na redução da burocracia e ampliação do uso de soluções tecnológicas. Como reflexo dessas ações, a ALMT conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante de Transparência, reconhecimento nacional pelas boas práticas em governança e acesso à informação.
“Esta conquista não pertence apenas à Presidência ou à Mesa Diretora. Ela é de todos os deputados e servidores que, diariamente, se dedicam a aprimorar nossos sistemas, nossa governança e a relação da Assembleia com a sociedade. É o resultado de um pacto institucional pelo fortalecimento da democracia e pelo respeito ao cidadão”, destacou o presidente.
No campo institucional, a Assembleia atuou em pautas estratégicas de interesse dos 142 municípios mato-grossenses. Na área da assistência social, por meio da Secretaria de Integração Social e Cidadania (Seisc), foram atendidas 10.306 pessoas em mutirões sociais. Também foi instalada uma comissão interinstitucional para padronizar as emendas impositivas, ampliando a transparência e a organização do processo legislativo.
Ao longo do ano, a Presidência teve atuação destacada em temas como a Moratória da Soja, Áreas Úmidas, Estatuto do Pantanal, APA do Rio Cuiabá, renovação da concessão da energia elétrica, implantação de guichê exclusivo para atendimento a pessoas surdas na Assembleia e a realização do Troféu Parlamento, que valoriza os profissionais da imprensa.
A Mesa Diretora também intensificou ações de combate ao feminicídio, com a cobrança pela regulamentação e implementação de cerca de 60 leis estaduais voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher, a criação do Núcleo de Combate à Violência Política de Gênero e campanhas de conscientização como o Laço Branco e o Outubro Rosa.
“Da organização da Casa à defesa de causas sensíveis, cada decisão teve um objetivo claro: fazer o Parlamento chegar aonde a população mais precisa”, concluiu Max Russi.


