A adolescência dura muito mais tempo do que se imaginava. Uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, analisou quase 4 mil exames de ressonância magnética e identificou que as transformações cerebrais típicas desse período só chegam ao fim por volta dos 32 anos.
O trabalho, publicado na revista Nature Communications nessa terça-feira (25/11), descreve cinco grandes fases da vida neural, marcadas por mudanças profundas nas conexões do cérebro.
A equipe mapeou o desenvolvimento cerebral de pessoas de até 90 anos usando técnicas que rastreiam o movimento de moléculas de água no tecido nervoso.
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