Nos últimos anos, ferramentas de inteligência artificial passaram a oferecer chatbots que respondem dúvidas médicas em pouquíssimos segundos. Apesar da popularização, um novo estudo publicado na revista Nature Medicine em 9 de fevereiro indica que as plataformas ainda cometem muitos erros graves ao orientar pacientes.
Além de estarem equivocadas com frequência, a pesquisa indica que as ferramentas não superam os mecanismos tradicionais de busca — como o Google — quando o assunto é orientar pacientes sobre o que fazer diante dos sintomas.
A pesquisa avaliou o desempenho de modelos comerciais de inteligência artifical que são muito usados pela população, como o ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, e o Llama, da Meta, em situações clínicas simuladas. A conclusão foi que, apesar dos avanços tecnológicos, os sistemas ainda não estão prontos para orientar diretamente pacientes em decisões médicas.
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