Mais de 90% dos casos de Alzheimer podem estar ligados a variações específicas de um único gene. Essa é a principal conclusão de um novo estudo que analisou dados genéticos de quase meio milhão de pessoas e reforça a importância do gene APOE no desenvolvimento da doença.
A pesquisa foi conduzida por cientistas do University College London, no Reino Unido, e publicada na revista NPJ Dementia em 9 de janeiro.
O trabalho propõe uma mudança relevante na forma como o risco genético para o Alzheimer é compreendido e reforça o potencial de estratégias de prevenção e tratamento voltadas a esse gene.
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