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Saúde Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 15:26 - A | A

Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2026, 15h:26 - A | A

ESTUDO

Quanto realmente devemos ingerir de carboidratos na prática esportiva

Revisão de estudos questiona mito de que quanto mais carboidratos, melhor para os músculos em exercícios de alta intensidade e longa duração

Metrópoles
MQF

* O artigo foi escrito por José Miguel Soriano del Castillo, da Universidade de Valência, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.  

Durante anos, a nutrição esportiva foi explicada com uma metáfora simples: o músculo era um motor; o glicogênio (a forma como o corpo armazena carboidratos para usá-los como energia rápida), seu combustível; e a fadiga aparecia quando o depósito ficava vazio.

Sob essa ótica, a estratégia parecia óbvia: comer muitos carboidratos, encher os depósitos e, se possível, continuar abastecendo durante o exercício. Mais carboidratos igual a melhor desempenho.

Mas a fisiologia do exercício raramente é tão linear. Uma revisão publicada no final de janeiro, que integra mais de 160 estudos sobre ingestão de carboidratos, metabolismo e desempenho, sugere que a narrativa clássica fica aquém da verdade. O problema não é que os carboidratos “não funcionem”, mas que seu papel principal talvez não seja o que acreditávamos.

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, 20 de Fevereiro de 2026