A decoração das casas em 2026 reflete uma mudança clara de comportamento: o lar deixa de ser apenas estético para assumir um papel emocional e funcional. Mais do que seguir tendências globais, os brasileiros passam a priorizar ambientes que transmitam acolhimento, bem-estar e identidade pessoal. A casa se consolida como refúgio, espaço de pausa, convivência e reconexão consigo mesmo.
As cores acompanham esse novo olhar. Tons inspirados na natureza, como terracota, verde sálvia, areia e variações terrosas, ganham protagonismo e substituem paletas frias e neutras. A escolha dos acabamentos passa a ser mais consciente, valorizando qualidade, durabilidade e menor impacto ambiental. O chamado “minimalismo quente” se destaca ao unir simplicidade visual, texturas marcantes e personalidade.
Materiais naturais e elementos artesanais também ganham força na decoração contemporânea. Madeira reaproveitada, cerâmica manual, pedras rústicas e tecidos crus reforçam a estética do imperfeito e do autêntico. Cada detalhe carrega história e propósito, criando ambientes que dialogam com as vivências de quem mora ali e estimulam uma conexão sensorial mais profunda.
A tecnologia, por sua vez, se integra de forma quase invisível. Automação de iluminação, controle de temperatura e assistentes virtuais surgem de maneira discreta, sem interferir na harmonia dos espaços. Ambientes híbridos, móveis versáteis, plantas em destaque e objetos afetivos completam esse novo jeito de morar, onde intenção e significado valem mais do que excessos ou modismos.
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