A violência praticada por um grupo de adolescentes contra o cão comunitário conhecido como Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis (SC), comoveu o país e ganhou repercussão no Senado Federal na primeira semana de trabalho legislativo de 2026. O caso reacendeu o debate sobre a necessidade de punições mais severas para crimes de maus-tratos a animais.
Durante pronunciamentos no plenário, senadores manifestaram indignação com o episódio e cobraram medidas mais efetivas por parte do poder público, tanto no endurecimento da legislação quanto na implementação de políticas de acolhimento e proteção aos animais em situação de rua.
Parlamentares ressaltaram que casos de violência contra animais têm se tornado recorrentes e defenderam penas mais rigorosas como forma de coibir esse tipo de crime, além de ações educativas e preventivas. Também foi destacada a importância de fortalecer estruturas de apoio, como abrigos, programas de adoção e campanhas de conscientização da população.
O caso do cão Orelha simbolizou, segundo os senadores, a vulnerabilidade dos animais comunitários e a necessidade de uma resposta mais firme do Estado diante de atos de crueldade, especialmente quando envolvem menores de idade.
A discussão deve impulsionar novos projetos e o avanço de propostas já em tramitação no Congresso Nacional voltadas à proteção animal e ao combate aos maus-tratos.
Fonte: Agência Senado


